Pular para o conteúdo principal

Postagens

Otário, crimes e cigarros

Falta um pouco de reflexão Mas não lhe falta atenção Falta um pouco de convicção E lhe falta muita resolução Não deveria aceitar o fracasso ao perder qualquer espaço E sim, apertar seus passos antes de perder um grande laço Os nós não são só em sua granganta Não terá proteção eterna em baixo da manta Não fará mais suas preces à tua santa Jogue o que te prende ao chão e se levanta... A tempestade já passou e se a ti alguma lição ficou... Sei que as peças  juntou, não todas, pois você reeditou! Uma taça seca de vinho seco... vazia! Um pouco de escuridão em suas manias Não ouvirá nenhuma de minhas teorias Esqueço da paciencia estando sem sinfonia Silencio... sereno silencio! Logo me arrependerei de ficar aqui... Prefiro meu silencio em explosão Do que usar palavras em vão Onde não há nenhum escrivão Que faça conexão a minha visão Silencio... sereno silencio! E eu apenas passei por ali...

Passamento

O som de passagens e dedilhadas fora do contexto Apenas dorme a criança com a voz do doce protesto Parou com o bip da batida que se fez em seu silencio Alguns esperam o ultimo texto na forma de pretexto Há alguns será uma lembrança por 7 dias Aos que voltarão a sua diária correria Há alguns será uma bela historia de vida Aos que ainda guardarão sua fotografia A chuva cai igual nos filmes... As lembranças revivem... E ainda temos que continuar com nossos passos firmes!

Teatro Zumbi

Passam ônibus, passam carros e eu estou paralisado Não estou nem um pouco atrasado, só concentrado Humanos fantasiados e insanos santos estagnados Preocupados com os aplausos sem cenário ou palco Atrás de cérebros, esses tais vulgos incrédulos Em seu Teatro Zumbi, fingem não estar aqui...

Meu Canto Imelódico

Eu ouço o que só tem voz para mim Talvez nunca vá entender o que se passa aqui Adoro a solidão que me faz pensar Mesmo no meio da multidão que insiste em frear Sinto-me bem, mas não superior... Sinto-me alem quando vem do interior

Teatro do Elfo e seu Elmo

Tempo nublado em um templo calado Marcha do soldado no espírito surrado Crimes superados, filmes e passado... Peito machucado na mente do desolado E sempre ao meu lado alguém desesperado Passo esticado no pequeno espaço quadrado Fantasma acorrentado no calabouço apertado Santuário massacrado de um ser muito admirado Eu ainda ando como se nada tivesse fim Apenas capítulos novos...

Ócio Acumulado...

Meus vícios são anotações com raros refrães Meus passos livres consistem de atos firmes Minhas leituras estão nas criaturas que vejo Na lua que desejo e no sol que sempre almejo As penitencias, crenças e descrenças que se fazem presença... Estão na vida, na pós-vida e em quais seriam suas saídas... Suas consequências! Não sou só eu que me acho maluco Você acha e você se acha...