Pular para o conteúdo principal

Otário, crimes e cigarros

Falta um pouco de reflexão
Mas não lhe falta atenção
Falta um pouco de convicção
E lhe falta muita resolução

Não deveria aceitar o fracasso ao perder qualquer espaço
E sim, apertar seus passos antes de perder um grande laço

Os nós não são só em sua granganta
Não terá proteção eterna em baixo da manta
Não fará mais suas preces à tua santa
Jogue o que te prende ao chão e se levanta...

A tempestade já passou e se a ti alguma lição ficou...
Sei que as peças  juntou, não todas, pois você reeditou!

Uma taça seca de vinho seco... vazia!
Um pouco de escuridão em suas manias
Não ouvirá nenhuma de minhas teorias
Esqueço da paciencia estando sem sinfonia

Silencio... sereno silencio!
Logo me arrependerei de ficar aqui...

Prefiro meu silencio em explosão
Do que usar palavras em vão
Onde não há nenhum escrivão
Que faça conexão a minha visão

Silencio... sereno silencio!
E eu apenas passei por ali...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cronicas de Pietro (parte 2)

O cheiro de urina, Onde indigentes morrem todos os dias. Cheio de morfina, Onde indígenas dormem ao que se inicia. Um dia triste de chuva, E apenas espero a nossa Lua. Enquanto faço a curva, Eu aumento o som da música. A realidade é mais intensa do que parece E nem tudo se resume a prantos e preces Mas o olhar, Brilha igual ao chão molhado. Na volta ao lar, Observando o que está ao lado.

Cabulosa

A primeira Medusa ao paralisar com sua chegada Cabulosa e segura, Dandara da minha quebrada  Fabulosa Iansã, brava como o vento, ela brada Luz que ilumina meu lar, como Héstia, és brasa Nem Osíris escaparia da sua magia de Ísis  A única Afrodite de um homem que não deixa cicatrizes  Brilha no mais escuro da Íris, um arco-íris  Fascina e ensina com a sabedoria de Nanã, a sermos felizes  Só o respeito salva e apenas a igualdade nos liberta Um efeito que acalma, olhar que mantém a mente aberta  Todo sujeito se cala, quando a saudade forte aperta Ser perfeito de corpo e alma, sublime sorriso que afeta E assim a criança anda, dá seus primeiros passos  Larga o peito e sai dos braços  Cai, levanta e lida com os primeiros fracassos  Sorri, chora e sente os laços  Nem Freud ou Aristóteles explicam O porquê que esses seus trejeitos se replicam O que os meus defeitos identificam A quem recorro, quando nem os amigos ficam  Tu és minha orixá e é...

Capitão Trapas

Humanizar, catalisar Não pular etapas Talvez tentar acelerar Observar o mapa Um tampão no olho esquerdo Caveira que ninguém escapa Chapéu preto e jaleco vermelho E nenhum herói que use capa Talvez um, que manuseie bem a espada Mas talvez, é cinquenta por cento nada...