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Infóbico

Choque de realidade Me deparo com a verdade Um tapa da realidade Sentimento de sinceridade O que falam com efetividade Modifica toda sua banalidade Evolui aquela sua continuidade E aumenta toda sua vontade Falar o que pensa E ouvir só o que se precisa É para que cresça Que o Infóbico se modifica

Full...

Os bares, os lugares, os altares Se falares, tentares ou falhares Os males, os trajes, ainda altares Nas lajes, andares ou paisagens É presente, é futuro e é lucro Não me curo ou torturo, conjuro Conjugo obscuro e escuro Seguro e inseguro, puro e impuro É um pouco confuso É muita gente nesse imenso mundo É repleto de esperto De alienados com o que acham certo

Amém

Aquele momento De fazer silencio e ouvir Mas ouvir à quem, Se não há ninguém aqui? É, você apenas quer ouvir alguém Sendo seus fantasmas ou sua consciência Porque você precisa dizer amém Essa é a sua ciência e é a sua essência...

Silente

Solitária, a fala Que apenas se cala Em noite de gala Onde ela se embala Embora na sala Sem graça, entala Embola na mala Velha e de bengala Mas não em escala Vai pra outra sala E não, ela não rala Nem usa a cabala Solitária, a fala Que na mente se abala Não se desentala E apenas se embaralha

Valores

Valores que apenas são dados Valores que damos ou temos Valores que não são respeitados Valores ao que nós queremos Valor ao "o que" Valor à "quem" Valor a "Você" Valor a "Ninguém"

Em terceira, lembrando da segunda

Aquela pessoa que já fez parte de sua evolução Hoje é um simples nada Aquela pessoa que você já dedicou uma canção Hoje é um simples nada Estranho... É que ela ainda está em algumas de suas poesias Estranho... É se ver em terceira pessoa, o que é a pura ironia

Envelhecer

Ao passar por muitos E muitos ao passar Sem intensão ou intuito E sempre à caminhar Muitos aromas e fragrâncias Algumas de certa elegância Outras, de vastas substâncias Na arrogância do que tem ânsia Há também aquela ignorância Das diferenças e semelhanças Há abundancia de insegurança Somada com infinita esperança Ao deixa confusa, a criança Aquela que dança, faz tranças, Só quer balançar na balança E que não conhece a vingança Ela é apenas sua visão ou lembrança De quando ainda tinha confiança De quando não precisava de mudança E não usava suas adagas e lanças