A primeira Medusa ao paralisar com sua chegada Cabulosa e segura, Dandara da minha quebrada Fabulosa Iansã, brava como o vento, ela brada Luz que ilumina meu lar, como Héstia, és brasa Nem Osíris escaparia da sua magia de Ísis A única Afrodite de um homem que não deixa cicatrizes Brilha no mais escuro da Íris, um arco-íris Fascina e ensina com a sabedoria de Nanã, a sermos felizes Só o respeito salva e apenas a igualdade nos liberta Um efeito que acalma, olhar que mantém a mente aberta Todo sujeito se cala, quando a saudade forte aperta Ser perfeito de corpo e alma, sublime sorriso que afeta E assim a criança anda, dá seus primeiros passos Larga o peito e sai dos braços Cai, levanta e lida com os primeiros fracassos Sorri, chora e sente os laços Nem Freud ou Aristóteles explicam O porquê que esses seus trejeitos se replicam O que os meus defeitos identificam A quem recorro, quando nem os amigos ficam Tu és minha orixá e é...
Às vezes você não fala do seu dia? Meses, anos ou planosl Então brinda, sorria e assim, reflita Do sagrado ao profano Seja acerto ou engano Você não precisa mais falar qual seu jeito Explicar o porquê é imperfeito Se um dia procurou no caminho mais estreito Hoje encontrou o conforto do peito Onde equilibra o conceito e o respeito Se um dia foi só e hoje não é mais Se está onde sempre pediu Essa é a procura, a loucura e a paz A utopia da paixão te recaiu O sorriso então, surgiu Quem te deixa assim? É bom te ver amando com os olhinhos brilhando Conta pra mim... Pra eu seguir andando E sonhar também, feliz por ti e te admirando! Alegria compartilhada Empatia real sem fazer nada Seja de um amigo Ou um desconhecido na estrada A alegria foi compartilhada...