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Toca Raul

Imagens subliminares,
Frases cheias de pilares.
E em meio a milhares,
Bilhares e seus templares.

Mas uma garganta sem língua,
Aos males da mente entorpecida.
Aos bares atrás de mais pinga,
Aos trajes na cantiga da catinga.

Faz sentido à sarjeta,
O sargento sem sua corneta.
A jaqueta do profeta,
O poeta e o fim do planeta.

Não sabe de onde veio,
Se ele é do Norte ou é do Sul.
Mas ele estufa seu peito,
E, do fundo grita - Toca Raul.

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