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Arnaldo

A fusão dos seres
A junção dos prazeres
A função dos treze
Alucinação e quereres

Confundindo a si mesmo
Consumido de pensamentos
Conduzindo o firmamento
Constituído de fundamentos

Influências diárias
Indolências primárias
Inocências, piadas
Inconsequência citada

A fé e a crença das crianças
O homem da mente fraca
Teorias francas de alavancas
Onde a evolução em paca

Levaram seu Deus, seu Papai Noel
Levaram seu amigo ou seu cão fiel

Ficou esse adulto gélido
De um futuro pretérito
Ficou um insulto honesto
No fruto de um gesto

E o silencio que tanto queria, paria
O momento que tanto pedia, passa...

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Cronicas de Pietro (parte 2)

O cheiro de urina, Onde indigentes morrem todos os dias. Cheio de morfina, Onde indígenas dormem ao que se inicia. Um dia triste de chuva, E apenas espero a nossa Lua. Enquanto faço a curva, Eu aumento o som da música. A realidade é mais intensa do que parece E nem tudo se resume a prantos e preces Mas o olhar, Brilha igual ao chão molhado. Na volta ao lar, Observando o que está ao lado.

Cabulosa

A primeira Medusa ao paralisar com sua chegada Cabulosa e segura, Dandara da minha quebrada  Fabulosa Iansã, brava como o vento, ela brada Luz que ilumina meu lar, como Héstia, és brasa Nem Osíris escaparia da sua magia de Ísis  A única Afrodite de um homem que não deixa cicatrizes  Brilha no mais escuro da Íris, um arco-íris  Fascina e ensina com a sabedoria de Nanã, a sermos felizes  Só o respeito salva e apenas a igualdade nos liberta Um efeito que acalma, olhar que mantém a mente aberta  Todo sujeito se cala, quando a saudade forte aperta Ser perfeito de corpo e alma, sublime sorriso que afeta E assim a criança anda, dá seus primeiros passos  Larga o peito e sai dos braços  Cai, levanta e lida com os primeiros fracassos  Sorri, chora e sente os laços  Nem Freud ou Aristóteles explicam O porquê que esses seus trejeitos se replicam O que os meus defeitos identificam A quem recorro, quando nem os amigos ficam  Tu és minha orixá e é...

Capitão Trapas

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