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Vil

Você está perdendo o seu tempo tentando ser alguém
Mas quem te olha, enxerga um Zé ninguém
Mentiras ditas com a verdade nas mãos e cheio de falso amém

Você está perdendo o seu tempo ensaiando sorrisos no espelho
Eles não mascaram sua embriagues e olhos vermelhos
Todos já estão sem paciência para ouvir os seus tais concelhos

Uma pena, que não se equipara com o seu coração
São pesos extremamente diferentes em exposição
E sua oração não te salva, não tem fé, não tem convicção

O que fala, o que sussurra e o que grita, só você acredita
E os conselhos para que reflita não estão nas escritas
Mas sim em uma visita não acolhida, de onde ainda és parasita

Não adianta dizer para você acordar ou crescer e aparecer
Já apareceu e com sua imagem, não sabe o que fazer
Não sabe quem é ou o que deseja ser...

Medíocre!

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Conde

Tem gente que prefere um amor para se ferir
Do que estar só
E tem gente que prefere pensar apenas em si
Do que ter um nós

E quem somos nós pra dizer o que é bom
Se o arbítrio é a maldição dada como dom?

Eu demorei muito para poder entender tudo isso
Que não preferimos a solidão
Mas as vezes ter foco maior e fazer compromisso
É a prioridade em suas mãos

Fobias

As energias são intensas
E as colisões, imensas
As estradas são extensas
De quedas e sentenças

Não importa a quem pertença
Os olhares são a diferença
Podem ser a cura ou a doença
Entre ceticismos e crenças

Apenas vemos aquilo que queremos enxergar
Só vamos para onde nós queremos chegar
Só voltamos para onde nós queremos regressar
Somos zonas de conforto, a se acostumar

Sem confrontos quando queremos paz
E talvez a paz seja esse cegar
Onde há medo, você nunca vai lá e faz
Inerte e não inerente, vai alugar

Vai gastar, não gostar, se degastar...
E assim, não chegar a nenhum lugar

Liberdade Abraço

Nossa liberdade é cantada e feliz
É o adeus de quem quer ir
É o orgulho de dizer - Eu que fiz
É respirar pra tudo e sorrir

A liberdade é saber que há o bem e o mal
Que todo formato diferenciado é mais que igual
Que a realidade do próximo é teu surreal
Que é tudo tão assimétrico, mas nada é acidental

A liberdade é aquilo que você acredita ser o melhor
Mas também pode ser abrir os olhos e ver o que há de pior
A liberdade é entender toda a beleza que há no suor
As curvas que ela faz em sua vastidão ou em seu pormenor

Posso falar de tantos sinônimos que chegarão ao que acredito ser liberdade
Mas adoro ouvir seus antônimos onde nos abraçamos e matamos a saudade

A Liberdade em um Abraço
Me faz lembrar o quão forte é esse laço
Mesmo longe em cada passo
O quão forte me desmorono, me desfaço

Em total recuperação...