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Terno (parte 2)

Pude sentir o calafrio
E o arrepio
Era interno, era externo
Era o infinito

Toque que se passava glacial
Não era apenas até logo, não era Tchau
Eramos então, estátuas de sal
Cafés, reencontros e o Adeus em ritual

Pude ver em prantos
Quem eu nunca imaginei chorar
Pude ver um espanto
De quem eu nunca vi acovardar

Vi a força do ser remanso
Lembrei do sorriso em descanso
Do vento e de seu balanço
Das mão nas costas e do encanto

A reunião era apenas a celebração
De um vazio cheio em recordação

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