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Desforra


Eu ainda temo sua teimosia em demasia
Que sempre refazia a minha exagerada azia
Desculpe minha sinceridade em maldade
Mas é a verdade, não sinto qualquer saudade
De suas frases covardes

Você ainda assim se sente a malévola serpente
Mas aquela luz irreluzente esta em ti ausente
És a sobra da cobra que ainda assim se cobra
E aqui se desdobra, faz que não se importa
Com tudo a sua volta

Onde esta o silencio que preciso?
Sai daqui, preciso dormir!

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