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Testemunha Ocular do Universo

Olhando a chuva que cai
Dando adeus a quem vai
Sentindo o frio que se faz
Com o vento que me traz

Lembranças, esperanças
Tempestades e bonanças

Olhando pro céu escuro
Criando algo atras dos muros
Onde ainda me sinto seguro
O maduro, imaturo e prematuro

Parece confuso, mas eu penso muito
Se não pensasse, aí me sentira maluco

Pelo telescópio, espero por visita
De gente bonita ou esquisita
Para saber onde outro povo hábita
Como se anda, orbita ou levita

Observo meu sonho ou minhas loucuras
Mas esse é o momento de ter minha cura

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