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Adeus Vulcão

Mesmo regados de sapiência, ainda há o instinto
Nunca extinto de seus impulsos sem sentidos
Que não pensa ou lamenta, em penúria e injúria  
Ser racional que é tomado, domado pela fúria

O silencio que nunca se faz

Na busca interior e irracional por sua paz
Caiu a máscara da Quimera
Transformando a atmosfera da Primavera

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