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Entre Infames Romances e Notícias Populares

Vivemos entre os infames romances e notícias populares
Mas a sua missão não é ser grande e sim de somar junto aos bilhares
Bares de esquina, igrejas, centros, praças e outros lugares
Teu ego te faz cego ao seu redor e te encarrega ao centro dos olhares

Muitos querem ser maiores do que aquilo que pregam
Mas há uma diferença enorme entre palavras e atos, muito banal
No fundo se acham o novo messias, então se entregam
Jogam as suas merdas faladas em ventiladores, em rede nacional

Se matar e roubar é pecado, por que continuam?
Vivem da gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e soberba
Se fortalecem da pobreza e por que continuam?
Pregam a humildade, mas humilham com a máscara da nobreza

Queria muito estar escrevendo uma poesia de amor
Pelo menos
Mas as vezes a fúria me consome com o pior sabor
Do veneno

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    Postagens mais visitadas deste blog

    Imagine se as paredes pudessem revidar os socos

    Existe a minha, a sua e a de muitos
    Existe a absoluta e a que é baseada nos talvezes
    Existe a que tanto guardei, meu luto
    O que não existe é o pra sempre e sim, às vezes

    Que não sejam apenas um hino religioso
    Que não sejam apenas poemas de alguns versículos
    Que não sejam apenas um teste rigoroso
    Que não sejam apenas espalhadas, mas sim veículos

    A verdade é a nossa inspiração e cópia
    É o que nos falta e o que nos sobra
    A verdade não está só em linhas tortas
    É o que está no horizonte e na obra

    Licença poética ou gírias de palavras antes, inexistentes
    Dizem; Não me entenda mal, ou, não me entenda
    Sentença fonética de línguas dadas à amantes, expoentes
    Entre melhor que a encomenda e o que recomenda

    Enfrente seus demônios ou os acolha
    Onde você mais deseja estar
    Nessa via de mão dupla e de escolhas
    Pra onde decide ir ou voltar

    Então, imagine se as paredes pudessem revidar os socos
    Paciencia é uma raridade
    Em um Universo onde confundem os diferentes e loucos
    Massacram a moralidade

    Onde masc…

    Flanco

    Pra ti pode até parecer tarde
    E há quem retarde
    Fazem-nos parecer covardes
    E ainda dão alarde

    Não é sobre o que vão dizer
    Mas sim, sobre o que você irá fazer
    E, não é apenas sobre o ser
    Mas sim, do que está pra acontecer

    Sobre todo o porque não respondido
    De todo o seu adeus evitado
    Sobre todos os seus fatos escondidos
    Do desejo de ser revitalizado

    O próximo passo de quem se ergue
    E o abrir dos olhos de quem imerge

    Muitos acordam e ainda está escuro
    Ainda mais nesse horário de verão absurdo
    Muitos deformam o que é conteúdo
    Transformam a sabedoria em um vago culto

    Mas oculto, onde ficam suas verdadeiras intenções
    E nem toda lacuna precisa ser preenchida
    A benção de amaldiçoados explodindo em canções
    Em orações e corações sem não ter saída

    Enfim, não se importem com aquilo que acontece ao seu redor
    Quem te salva é a sua fé e não tem força quem te deseja o pior

    Batalhas deixam cicatrizes
    Mas nem sempre sobre nossa pele e nosso corpo
    Temos diferentes diretrizes
    E quem somos nós pra chamar…

    Vil

    Você está perdendo o seu tempo tentando ser alguém
    Mas quem te olha, enxerga um Zé ninguém
    Mentiras ditas com a verdade nas mãos e cheio de falso amém

    Você está perdendo o seu tempo ensaiando sorrisos no espelho
    Eles não mascaram sua embriagues e olhos vermelhos
    Todos já estão sem paciência para ouvir os seus tais concelhos

    Uma pena, que não se equipara com o seu coração
    São pesos extremamente diferentes em exposição
    E sua oração não te salva, não tem fé, não tem convicção

    O que fala, o que sussurra e o que grita, só você acredita
    E os conselhos para que reflita não estão nas escritas
    Mas sim em uma visita não acolhida, de onde ainda és parasita

    Não adianta dizer para você acordar ou crescer e aparecer
    Já apareceu e com sua imagem, não sabe o que fazer
    Não sabe quem é ou o que deseja ser...

    Medíocre!