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Semita (O que te falta?)

O possível homem livre
Apesar da escuridão, esperançoso
Em frente ao que oprime
Ele enfrenta ao tornar-se corajoso

Meu Deus, me dê forças
Para suportar toda minha fúria
Onde o silencio repousa
E minha mente usará a astucia

O possível homem grande
Apesar de toda escuridão, que sabe tem que usar
Almas nas costas, ofegante
Lamenta não poder se redimir ou poder se salvar

Meu Deus, não há perdão
Para suportar toda minha loucura
O mármore d'uma canção
E o fogo do inferno é mera tortura

Um homem na encruzilhada
Sabe que perderá tudo oque terá no caminho que não escolher
Entre uma caneta e a navalha
Sabe que perderá tudo oque terá no caminho que não escolher

E é aqui onde os traços a lapidar tomarão as suas formas
Remonto minha cabeça e sobram parafusos sem reforma

"O que faço? O que falta?"

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Conde

Tem gente que prefere um amor para se ferir
Do que estar só
E tem gente que prefere pensar apenas em si
Do que ter um nós

E quem somos nós pra dizer o que é bom
Se o arbítrio é a maldição dada como dom?

Eu demorei muito para poder entender tudo isso
Que não preferimos a solidão
Mas as vezes ter foco maior e fazer compromisso
É a prioridade em suas mãos

Fobias

As energias são intensas
E as colisões, imensas
As estradas são extensas
De quedas e sentenças

Não importa a quem pertença
Os olhares são a diferença
Podem ser a cura ou a doença
Entre ceticismos e crenças

Apenas vemos aquilo que queremos enxergar
Só vamos para onde nós queremos chegar
Só voltamos para onde nós queremos regressar
Somos zonas de conforto, a se acostumar

Sem confrontos quando queremos paz
E talvez a paz seja esse cegar
Onde há medo, você nunca vai lá e faz
Inerte e não inerente, vai alugar

Vai gastar, não gostar, se degastar...
E assim, não chegar a nenhum lugar

Soropositivo

Não finja ser feliz, apenas seja
Liberte-se do que lhe causa tristeza
Aquele que diz vence, te convence de que é tudo um jogo
Então mentalmente, pegue as coisas dele e taque fogo

Não finja nada que não seja teatral
A arte de purificar e elevar o astral
Por doer, que você possa perdoar, mas nunca vá se redoar
Use o tempo vago para preencher lacunas e se redobrar, transbordar

Essa de amor próprio até que parece difícil
Mas é mais simples do que observar o precipício
Ver que é só uma queda para desistir de tudo, é não saber o que é tudo
Há milhares de novas chances, novos sonhos e horizontes nesse mundo

E... Quantas vítimas se tornaram heróis?
Nunca saberá, se não tentar ver
E... Quantas chances terá para ser mais?
Nunca saberá, se não tentar ser