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O Sargento Sarjeta

Teve sede por muito de si, ceder,
Foi sedado ao fardo de ser.
E chamado de bêbado por beber,
Largado de lado e sem ler.

Não foi noticia,
Só porque ninguém se importa.
Virou poesia,
Na visão de quem não suporta.

Da sarjeta levanta
E a mesma sede na garganta.
Em vertigem, anda,
Ao olhar de sua virgem santa.

Então agora ele ora e chora
Pede perdão à sua senhora.

Dormir na sala, é melhor do que na vala,
Não é aquele mesmo senhor de gala.
E de sua respiração cansada, ele se cala,
De cabeça baixa, ouve o que ela fala.

Então deita pensa e se arrepende,
Mas, será que um dia ele aprende?

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