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Só Sei, Que Nada...

Bem, faz-me fases
De frases sem crases
Não demonstrasse
Com o impasse, passe

Passe e vá bem adiante
Repasse distante
Tenho a classe, errante
De Marte, cintilante

Demonstro o monstro que somos
Encontro em reencontros, o que fomos

O Sol esquenta bem mais nesses dias
E reclamar seria sim, a covardia
Pois no frio, só te cegava e não ardia
E reclamar não seria sua valentia

Somos estrumes
Instrumentos do ciclo
Somos costumes
Costurados ao vício

Não sei se é samba ou bossa
Não sei se minha, sua, dela ou nossa
Não sei se é velha ou se é nova
Não sei de nada, mas sei dar prosas

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