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A Nona (Segundo e Quarto)

A poeira desenha os traços
Do até então invisível
Entra nos lares e barracos
Doando o ar perecível

Dias secos de Outono
Dias frios virão no Inverno
No Verão é um forno
E na Primavera é um terno

Estamos dentro de um ciclo
Não somos um centro
E estamos dentro desse rito
De ventos e momentos

Grãos do Universo
Poeiras cósmicas
O que é ser eterno
Em várias óticas

Mito Grego ou astral
Ou em historias Nórdicas
O personagem central
E um lírico da devotchka

Mesmo ao respeito
A fúria cela mais um destino
Gloopy, sem jeito
Entre os homens e meninos

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Hoje aquela poltrona está vazia Ninguém mais olha pela janela E sem perceber ele se despedia Naquele canto, no vazio da tela Nos ensinou na união das cartas Que a gente não sabe o que vem entre os números e a família real Mas nós temos que usar a lábia Entender os sinais dos nossos parceiros e enganar o olhar do rival A caneta no bolso do peito marcava os pontos O chapéu na cabeça escondia o olhar Mais um copo de caipirinha para sentir o gosto O gosto do momento, o gosto do estar Nos ensinou na união de fins de semana Que a família não é só o sangue, é quem a gente traz pra ela É quem a gente aceita e assim se emana Que a família tem pilares que precisam se renovar em tutela E em sua despedida, nos mostrou que todo o ciclo se encerra Mas que a vida continua para os que ainda ficam com os seus pés na Terra Continuem com seus passos e não deixem de ascender a vela Não deixem de caminhar, não deixem a fé, fortaleçam suas orações e rezas A gente ainda volta a se encontrar Em sonhos e conve...

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