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Síntese Sintética, Prece Poética

No início era só Escuridão
Hoje infectada pela Luz
O silencio se faz imensidão
Esconde a face no capuz

Te disseram que a Luz era o bem
E o anjo vindo dela nos odeia
O que corre na veia e no peito tem
É essa ceia do que nos rodeia

Ainda espero a verdade me libertar
Foda-se o que dizem dessas poesias
Em liberdade poética do que recitar
Foda-se o que dizem dessas teorias

Ainda faço o que sinto
Conciso, sucinto
Ainda falho, não minto
Conflito, convicto

Ainda humano em dores do espírito e da alma
Fecho os olhos e durmo
Sempre em busca da cura dessa fúria na calma
E eu assumo, não sumo

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