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Sétimo Andar, é Péssimo Andar...

Um tanto preto e branco,
Com detalhes cinzas.
Seu pranto nada franco,
Em gavetas vazias.

Os retratos escondidos,
Quadros enfeitando as armadilhas.
A janela e o fosco brilho,
Ofuscam reflexos de suas mentiras.

Ditadas na Tela,
Astros distantes em constelações próximas.
Rifadas na Vela,
Diante e adiante por suas colisões remotas.

Ouço aos conselhos
E queimo as profecias.
Senhores do espelho
De dedicadas poesias.

Algumas que eu amaço,
Ao tremular em visões.
Algumas eu nem abraço,
A fugir de suas ilusões.

E de todas as minhas linhas,
Adeus carretel.
Sem detalhes aqui de cima,
Próximo ao céu.

Às vezes fico aqui
Esperando a criança voltar.
Ao dançar, cantar
E sonhar sem se preocupar...

Com o que vão pensar
Ou até mesmo, falar (...)

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