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Para Lá, Palavras...

Eu vomitei minhas palavras embriagadas de você
Olhei pra Lua, pra rua e eu voltei a beber
Disse que meus discos são melhores que seus cd’s
Gritei que todo sábio merece se entorpecer

Minhas saudosísses  
Os meus vícios dessa criança velha
E as minhas tolices
Oro e choro sem precisar de velas

Ainda estou transformando minha cozinha numa concha acústica
Aonde, apenas haverá temperos e recheios para todas as músicas

Na mesma caixa postal
Ao lado do bairro da Penitencia
A rua sem saída e seu final
Um bar de esquina, em falência

Fui andar, viajei
Fui chorar, trovejei

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