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Que Fita... (parte 2)

Diamantes
De amantes
Horizontes

Sem horas
Senhores e senhoras
Jovens em outrora

Pra que tanto brilho
Vazio de sorriso
Adotados pelo destino?

De que valeu ter vivido
A fuga dela em cada visto
E dele em cada gás, cada fluído?

E na Avenida da Saudade do que Eu não Fiz
Próximo à esquina da Rua Anonimato Imperatriz
Num bar onde todo Nada pode ser Juiz, Infeliz

Aqui jaz mais um Zumbi do Sistema
Com a cabeça cheia de problemas
A quem dedico esse poema

Olhares embriagados, pessimistas
Clamando os iguais como seus adoráveis artistas
E que a verdade seja dita – Que fita!

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