Pular para o conteúdo principal

Natureza de Nomes e Pronomes (Que nos explicam os Ciclos)

Natureza azul
Igual à Lotus e o Esgoto
O norte e o sul
E todos os outros pontos

Natureza incondicional
Amor maior que racional e irracional
Natureza de aurora boreal
Em todo bem e todo mal, açúcar e sal

Natureza central
A alma que quer e não se vai
Natureza facial
Um espasmo temporário de paz

Natureza surreal
De anunciar que se renuncia
Natureza temporal
Na pista, na estrada e na via

Natureza do olhar
E com o pouco se apaixonar
Natureza do cansar
E com muito pouco respirar

Natureza, verde, castanha
Que todo outro, estranha
Natureza mais que tamanha
Pequena e grande, manha

Natureza da manhã
O sol pela metade lá no horizonte
Natureza de sua lã
Que me aquece, vindo de tão longe

Natureza da nobreza
O universo e todos seus versos de beleza
Natureza das naturezas
Todo nosso suspiro, na plebe e na realeza

Natureza religiosamente atéa
Na beleza de Natal e vésperas

É fim
E o início
É sim
Um ciclo

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Ângelo

Hoje aquela poltrona está vazia Ninguém mais olha pela janela E sem perceber ele se despedia Naquele canto, no vazio da tela Nos ensinou na união das cartas Que a gente não sabe o que vem entre os números e a família real Mas nós temos que usar a lábia Entender os sinais dos nossos parceiros e enganar o olhar do rival A caneta no bolso do peito marcava os pontos O chapéu na cabeça escondia o olhar Mais um copo de caipirinha para sentir o gosto O gosto do momento, o gosto do estar Nos ensinou na união de fins de semana Que a família não é só o sangue, é quem a gente traz pra ela É quem a gente aceita e assim se emana Que a família tem pilares que precisam se renovar em tutela E em sua despedida, nos mostrou que todo o ciclo se encerra Mas que a vida continua para os que ainda ficam com os seus pés na Terra Continuem com seus passos e não deixem de ascender a vela Não deixem de caminhar, não deixem a fé, fortaleçam suas orações e rezas A gente ainda volta a se encontrar Em sonhos e conve...

Sarau, Luau e Litoral

E precocemente morre a poesia amassada Dentro da frase deletada A criança vai aos céus sem uma caminhada Sem uma historia contada Pai é quem cria e pela Morte ela foi adotada Foi pelo Destino, levada O corpo é rito de passagem e ela foi sorteada A não sofrer na jornada Assim Tira toda a poeira do chão em vão, pois não limpa os seus móveis Assim Vai até o mar se perguntar de onde vêm as lágrimas de um homem De onde vem eu também não sei Mas é aqui o seu destino final E nas dores que em amores se fez Elas vêm parar aqui, no Litoral Em todas as festas da virada, de ano, de jogo Não coloque a mão e nem brinque com o fogo...